14 de abril de 2019

SEIT capacita supervisores municipais do Programa Criança Feliz


Na última sexta-feira, 12, a Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência Social e do Trabalho (Seit) reuniu supervisores municipais do Programa Criança Feliz (PCF), para passar orientações e sanar dúvidas, visando ao alinhamento do processo de trabalho. Entre os assuntos pautados no encontro, foram debatidos critérios de ampliação do programa, execução do sistema dentro da normativa estabelecida, além de diretrizes relacionadas à alimentação e ao repasse feito pelo Governo Federal.

O Programa Criança Feliz foi lançado pelo Governo Federal, para ampliar a rede de atenção às crianças na primeira infância, considerando a condição de vulnerabilidade das suas famílias e seu contexto de vida. Sergipe fez a adesão em março de 2017, tornando-se o estado referência, pioneiro na capacitação das equipes e início das visitas domiciliares. O programa se desenvolve através do incentivo à promoção do desenvolvimento integral da primeira infância, através do atendimento a gestantes e a crianças beneficiárias do Bolsa Família [0 a 3 anos] e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) [0 a 6 anos].

O papel dos supervisores é de extrema relevância. Cabe a eles monitorar, planejar, supervisionar os visitadores do programa, e alimentar o prontuário do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) através da aba ‘Criança Feliz’, registrando todas as visitas que foram executadas, visto que esses registros interferem no recebimento de recursos pelo município.

Jaqueline Costa é supervisora do Programa Criança Feliz do município de Pedrinhas. De acordo com ela, o tempo em que participa do Criança Feliz não deixa dúvidas sobre a importância do programa. “Os pais muitas vezes não participam efetivamente da criação dos filhos, e quando passamos a visitar essas famílias, elas vêem como é necessária essa interação com as crianças, principalmente na primeira infância. Todo o conhecimento que nós temos, passamos para a família”, disse a supervisora, revelando a importância da capacitação constante das equipes.

A referência técnica do Programa Criança Feliz em Sergipe, Isabel Almeida, comentou algumas dificuldades que foram expostas pelos supervisores. “A principal dificuldade que eles relatam é no registro do sistema. Também fizemos alguns esclarecimentos dos itens da portaria ministerial, como por exemplo, o prazo de registro do sistema e como é calculado o recurso. Tentamos sanar ao máximo essas dúvidas, para garantir a regularidade da execução do programa”, concluiu.

|Fotos: Lucas Oliver